Hoje, às 21h30, no Museu Alberto Sampaio, é inaugurada a exposição Vimaranenses: As Mãos e as Máquinas. Na mesma ocasião é lançado o segundo volume dos Cadernos da Imagem, uma edição da secção de fotografia do Cineclube de Guimarães
Hoje, às 21h30, no Museu Alberto Sampaio, é inaugurada a exposição Vimaranenses: As Mãos e as Máquinas. Na mesma ocasião é lançado o segundo volume dos Cadernos da Imagem, uma edição da secção de fotografia do Cineclube de GuimarãesVoltar a arrancar

Dias das bruxas

A Cultura Extraordinária
A nova câmara
De novo o fogo

Seriedade
Ao assumir que não tomará posse esta manhã como vereador na câmara de Guimarães, Vítor Ferreira toma uma posição séria. De resto, em linha de conta com o que tem sido a sua participação pública. Às vezes até em excesso.
Ferreira falhou. Falhou rotundamente, aliás, já que o PSD teve um resultado muito aquém das suas expectativas e até da história recente do partido em Guimarães. E assumiu isso. Mas não fui o único a falhar. E por isso estranho que o tenha assumido sozinho. Foi ele a carne para canhão num momento difícil para o partido, em que a vitória de Magalhães era já quase assumida.
Aliás, as declarações de Vítor Ferreira, deixam, quanto a mim, perceber alguma mal-estar do agora ex-vereador junto de alguns sectores do partido.
O facto de ser independente e conotado ideologicamente com a Esquerda foi uma fragilidade do candidato junto do eleitorado e junto do partido que o apoia. Ao anunciar que sai da câmara para dar mais espaço ao partido, Ferreira parece confirmar a minha leitura.
Frases para pensar (II)
Ainda o Preço dos Bilhetes
Para um espaço municipal dirigido por uma entidade controlada pela Câmara Municipal de Guimarães e tendo a vocação que o CCVF tem, esta conta dá-me que pensar...
Ideias Avulsas para a Cultura em Guimarães (1)
Esta ideia permitiria aumentar o número de assistentes nos espectáculos, permitindo também o acesso a pessoas com menores rendimentos.
Claro que esta prática pode ter efeitos perversos. Como muitos espectáculos têm pouca afluência, esses poucos poderiam adiar ao máximo a compra dos bilhetes, sabendo de antemão que não iria esgotar.
Esta medida é praticada já por alguns espaços culturais em Portugal, como por exemplo o Teatro Nacional S. Carlos.